NePLAc – Núcleo de Estudos de Português como Língua de Acolhimento
  • Votação Aberta – Rodamundo é finalista do Prêmio Floripa Faz Bem na categoria Educação

    O Rodamundo – Curso de Português para Migrantes e Refugiados do NEPLAc/UFSC é um dos finalistas do Prêmio Floripa Faz Bem, promovido pela NSC, na categoria Educação.

    A premiação reconhece iniciativas e bons exemplos que contribuem para transformar cenários e realidades em Florianópolis. Os vencedores serão definidos por votação popular, realizada pelo portal g1, entre os dias 17 de julho e 3 de agosto. Durante esse período, é possível votar quantas vezes desejar.

    Estar entre os finalistas representa um importante reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo Rodamundo e de todas as pessoas que vêm construindo esse projeto ao longo dos anos: professores(as) voluntários(as), pesquisadores(as), estudantes, parceiros(as) e, principalmente, os(as) migrantes e refugiados(as), que dão sentido a essa trajetória.

    Para o NEPLAc, essa visibilidade também representa uma oportunidade de fortalecer o projeto. Quanto mais pessoas conhecerem o Rodamundo, maiores serão as possibilidades de ampliar nossas ações, oferecer mais turmas e formações, conquistar bolsas e estabelecer novas parcerias para que o projeto continue crescendo e alcance ainda mais pessoas.

    Convidamos a comunidade universitária e a sociedade em geral a participar da votação e a compartilhar esta iniciativa. Cada voto e cada compartilhamento contribuem para ampliar a visibilidade do projeto e fortalecer o Rodamundo.

    A votação está disponível até o dia 3 de agosto. Clique no link para participar: Vote aqui, quantas vezes quiser.

     


  • Rodamundo encerra o primeiro semestre de 2026 com quatro turmas e estudantes de 18 nacionalidades

    O Rodamundo – curso de português para migrantes e refugiados, oferecido pelo Núcleo de Estudos de Português como Língua de Acolhimento (NEPLAc/UFSC), concluiu as atividades do primeiro semestre de 2026. Nesta edição, foram ofertadas 160 vagas, com alunos distribuídos em quatro turmas: duas de nível básico e duas de nível intermediário.

    Ao todo, o curso recebeu 208 inscrições. As turmas reuniram estudantes de 18 nacionalidades, provenientes de diferentes países, entre eles Venezuela, Haiti, Cuba, Colômbia, Rússia e Irã. A diversidade linguística e cultural dos participantes reafirma o caráter plurilíngue das turmas e evidencia a relevância de iniciativas voltadas ao ensino de português em contextos de mobilidade humana.

    No Rodamundo, o ensino é desenvolvido a partir da abordagem em Português como Língua de Acolhimento (PLAc), que compreende a língua como prática social e orienta a construção de um ensino situado e contextualizado. As aulas acontecem em salas plurilíngues e multinível, com docência compartilhada, valorizando os repertórios linguísticos, as experiências e as trajetórias de vida dos estudantes como parte constitutiva do processo de aprendizagem.

    As atividades do semestre foram conduzidas por uma equipe de professores e professoras voluntários(as): Milena, Maria Clara, Rafael, MariaEduarda, Rebeca, Valquíria, Maria Luand, Maria Vitória, Primavera, Thiago, Luah, Gustavo, Daniela e Lucas. Ao longo do semestre, os docentes planejaram coletivamente as aulas e desenvolveram práticas pedagógicas alinhadas aos princípios do PLAc.

    O NEPLAc agradece o comprometimento da equipe docente, cuja atuação foi fundamental para a realização desta edição do curso, bem como aos estudantes que participaram das turmas e contribuíram para a construção de um ambiente de aprendizagem marcado pelo diálogo intercultural, pela troca de experiências e pelo reconhecimento da diversidade linguística e cultural.


  • Museu Victor Meirelles recebe alunos do Rodamundo para visitação guiada e oficina de colagem

    Como parte das atividades do primeiro semestre de 2026, estudantes dos níveis básico e intermediário do Rodamundo – curso de português para migrantes e refugiados do NEPLAc – Núcleo de Estudos de Português como Língua de Acolhimento participaram de saídas culturais ao Museu Victor Meirelles, em Florianópolis.

    As visitas integraram uma programação especial organizada pelo Museu em alusão ao Dia Mundial do Refugiado (20 de junho) e ao Dia Nacional do Imigrante (25 de junho). Em ambos os encontros – as turmas do nível básico realizaram a atividade no dia 19/06 e as turmas do intermediário no dia 27/06 – os estudantes participaram de uma visita mediada às exposições e da oficina de colagem Proposições Poéticas, atividade que propõe reflexões sobre memória, identidade, deslocamento e pertencimento por meio da criação artística.

    As saídas culturais fazem parte da proposta pedagógica do Rodamundo e acontecem em todas as edições do projeto. Ao longo do semestre, os estudantes são convidados a conhecer diferentes espaços culturais da cidade, ampliando o contato com a língua portuguesa em contextos reais de interação.

    A visita das turmas do nível intermediário ocorreu poucos dias após o terremoto que atingiu a Venezuela, país de origem de muitos dos estudantes do projeto. Em um momento de profunda comoção, a oficina de colagem também abriu espaço para que diferentes experiências e sentimentos encontrassem expressão por meio da arte.

    Diante desse contexto, o NEPLAc reafirma sua solidariedade ao povo venezuelano e, de modo especial, aos estudantes do Rodamundo e seus familiares, desejando que as ações de assistência possam chegar rapidamente às comunidades atingidas.

    As visitas ao Museu Victor Meirelles encerram o ciclo de saídas culturais do primeiro semestre de 2026. Em maio, estudantes dos níveis básico e intermediário também participaram de uma visita guiada pelo Centro Histórico de Florianópolis, por meio do roteiro História do Presente: memórias e cotidiano negro em Florianópolis, conduzido por Júlia Rossler da Rosa Oliveira, seguida de visita ao Museu de Florianópolis.

    O NEPLAc agradece ao Museu Victor Meirelles pela parceria, aos professores e professoras voluntários(as) que acompanharam as turmas e, principalmente, aos estudantes, que tornam cada encontro um espaço de aprendizagem, troca e construção coletiva.

     


  • NEPLAc participa da segunda edição do Seminário Migrações, Refúgio e Deslocamentos Humanos

    No dia 22 de junho, o Núcleo de Estudos de Português como Língua de Acolhimento (NEPLAc/UFSC) participou da segunda edição do Seminário Migrações, Refúgio e Deslocamentos Humanos, realizado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O evento reuniu pesquisadores, projetos de extensão, organizações da sociedade civil e iniciativas voltadas às migrações, ao refúgio e ao acolhimento, promovendo um espaço de diálogo e compartilhamento de experiências.

    A programação contou com oficinas, exposições, apresentações culturais, campanhas de conscientização, mostra de projetos sociais e acadêmicos, além da apresentação de núcleos e grupos de pesquisa que atuam na temática.

    Representando o NEPLAc, a coordenadora do núcleo, Profa. Dra. Joice Eloi Guimarães, juntamente com Milena Leão, professora voluntária do Rodamundo – Curso de Português para Migrantes e Refugiados, apresentaram o trabalho intitulado Acolhimento em línguas, formação docente e diálogo intercultural: as ações do Núcleo de Estudos em Português como Língua de Acolhimento na UFSC.

    A comunicação apresentou as principais frentes de atuação do NEPLAc, articulando ensino, pesquisa e extensão no campo do Português como Língua de Acolhimento (PLAc). Também foram compartilhadas experiências relacionadas à formação docente, às práticas de acolhimento linguístico e ao diálogo intercultural desenvolvidas junto à comunidade migrante e refugiada.

    Pelo segundo ano consecutivo, o NEPLAc integrou a programação do Seminário Migrações, Refúgio e Deslocamentos Humanos, organizado pelo Projeto de Extensão UFSC Sem Fronteiras, em parceria com a PROGRAD, SINTER e a Cátedra Sérgio Vieira de Mello  (UFSC). A participação reafirma o compromisso do núcleo com o debate acadêmico e com a divulgação das ações de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas no campo do Português como Língua de Acolhimento (PLAc).


  • Formação NEPLAc | Link de acesso disponível

    Hoje, 25/05, acontece a formação online “Promovendo a Acessibilidade Linguística para Migrantes Forçados: Experiências de Moçambique”, com Alberto José Majaha Muchanga Júnior, doutorando em Educação Especial pela UFSCar.

    A atividade propõe uma reflexão sobre acolhimento, acessibilidade linguística e ensino de línguas em contextos de migração forçada, a partir de experiências vividas e pesquisadas em Moçambique.

    🗓️ 25 de maio
    🕖 Das 19h às 20h30
    💻 Encontro online pelo Google Meet

    Link de acesso ao encontro:
    https://meet.google.com/rdi-mkcp-zhg

    A participação é aberta ao público, mesmo sem inscrição prévia. As inscrições seguem abertas para participantes que desejarem receber certificado mediante presença:
    https://inscricoes.ufsc.br/activities/12998


  • Memórias e cultura: Rodamundo realizou saída cultural pelo Centro Histórico de Florianópolis

    No sábado, 16/05, o Rodamundo – Curso de português para migrantes e refugiados realizou mais uma saída cultural com os estudantes do projeto. Cerca de 60 alunos/as, das quatro turmas, participaram da atividade acompanhados pelos professores Lucas, Primavera, Milena, Maria Vitória, Rebeca, Maria Eduarda, William, Daniela e Fabio, em um percurso pensado para fortalecer vínculos, ampliar experiências e construir novas formas de olhar para a cidade de Florianópolis.

    Pela primeira vez, a saída contou com um tour guiado pelo Centro Histórico a partir do roteiro História do Presente: memórias e cotidiano negro em Florianópolis, construído e ministrado por Júlia Rossler da Rosa Oliveira. A caminhada percorreu espaços simbólicos do centro da capital, como a Escadaria do Rosário, a Praça XV, o Calçadão da João Pinto, a Travessa Ratcliff, a Escola Antonieta de Barros e a Av. Hercílio Luz, propondo reflexões sobre memória, território, racismo, colonialidade, resistência e cultura negra.

    Mais do que apresentar monumentos e espaços históricos, o percurso convidou nossos estudantes a conhecerem a cidade a partir de perspectivas muitas vezes silenciadas. Afinal, a história também se constrói nas disputas de memória, nas permanências e nas resistências que atravessam o cotidiano urbano. Foi uma experiência marcada pelo diálogo, pela escuta e pela troca entre diferentes trajetórias.

    Após o tour, o grupo visitou o Museu de Florianópolis, ampliando ainda mais as discussões sobre a formação histórica e cultural da cidade.

    As saídas culturais fazem parte das atividades do Rodamundo e acontecem duas vezes a cada semestre. Nosso agradecimento especial à Júlia pela parceria, pela generosidade na construção do percurso e pela potência das reflexões compartilhadas ao longo da caminhada, e ao Museu de Florianópolis por mais uma vez receber o projeto e nossos estudantes.


  • NEPLAc abre inscrições para formação sobre acessibilidade linguística em contextos de migração forçada

    Encontro online, com certificação, será realizado no dia 25 de maio e será ministrado pelo pesquisador moçambicano Alberto José Majaha Muchanga Júnior, trazendo experiências de Moçambique e reflexões sobre desafios e práticas no acolhimento linguístico de migrantes e refugiados. 

    Estão abertas as inscrições para a formação “Promovendo a Acessibilidade Linguística para Migrantes Forçados: Experiências de Moçambique”, oferecida pelo NEPLAc – Núcleo de Estudos de Português como Língua de Acolhimento, e ministrada pelo pesquisador Alberto José Majaha Muchanga Júnior. O encontro será realizado na segunda-feira, 25/05, das 19h às 20h30, em modalidade online, com emissão de certificado.

    A formação parte de uma questão central no cenário contemporâneo: o aumento dos deslocamentos forçados têm evidenciado a linguagem como um dos principais eixos de exclusão ou inclusão social. Barreiras linguísticas podem restringir significativamente o acesso de migrantes e refugiados a serviços essenciais, como educação, saúde e justiça, impactando diretamente o exercício de direitos fundamentais. Nesse sentido, pensar o acolhimento implica, necessariamente, refletir sobre a linguagem em suas múltiplas dimensões.

    O encontro será conduzido por Alberto José Majaha Muchanga Júnior, pesquisador moçambicano e doutorando em Educação Especial pelo Programa de Pós-Graduação em Educação Especial da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Integrante do Grupo de Pesquisa Identidades, Deficiências, Educação e Acessibilidade (GP-IDEA), o formador possui mestrado em Educação pela Unicaf University (Malawi) e graduação em Letras (Inglês/Português) pela Universidade Eduardo Mondlane, em Moçambique. Atualmente, atua como docente na Universidade Aberta ISCED (UnISCED), desenvolvendo pesquisas voltadas às relações entre acessibilidade e educação inclusiva em contextos de migração forçada.

    A proposta da formação é promover uma compreensão crítica da acessibilidade linguística em contextos de migração forçada, articulando fundamentos teóricos, experiências situadas e estratégias práticas de atuação. A partir do contexto moçambicano, serão discutidos desafios concretos e possibilidades de intervenção no campo do acolhimento linguístico.

    Ao longo do encontro, serão abordados os seguintes eixos:

    • Contextualização: aspectos históricos, políticos e socioculturais de Moçambique, situando os processos migratórios no país;
    • Migração forçada e direitos linguísticos: discussão sobre migração interna e internacional, direitos linguísticos como dimensão dos direitos humanos e os impactos das barreiras linguísticas no acesso a serviços essenciais;
    • Acessibilidade linguística: fundamentos e práticas: definição do conceito e reflexão sobre o papel do ensino de língua de acolhimento;
    • Experiências de Moçambique: análise dos deslocamentos internos, desafios comunicacionais e iniciativas comunitárias e institucionais voltadas ao apoio de pessoas em situação de migração forçada.

    A formação é destinada a estudantes de graduação, professores(as), voluntários(as) e a todas as pessoas interessadas em atuar ou aprofundar sua compreensão sobre iniciativas de acolhimento a migrantes e refugiados.

    As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas pelo link:
    https://inscricoes.ufsc.br/activities/12998


  • Rodamundo inicia semestre 2026.1 com quatro turmas e alta procura por vagas

    As aulas do Rodamundo – Curso de Português para Migrantes e Refugiados, ação integrante do NEPLAc – Núcleo de Estudos de Português como Língua de Acolhimento, começaram na semana passada (7 e 9 de abril), na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Nesta edição, o curso conta com quatro turmas, duas de nível básico e duas de intermediário. As aulas acontecem às terças e quintas-feiras, das 19h às 21h.

    Os primeiros encontros foram organizados como um tempo de aproximação entre participantes e equipe docente. As atividades priorizaram o reconhecimento mútuo, a escuta e o compartilhamento das diferentes trajetórias que compõem as turmas do Rodamundo.

    Desenvolvido como ação de extensão do NEPLAc,o curso se orienta pela abordagem de Português como Língua de Acolhimento (PLAc), com foco na interculturalidade. As turmas se constituem como espaços multilíngues e multiníveis, com docência compartilhada, nos quais o ensino da língua portuguesa se dá em diálogo com diferentes experiências linguísticas e culturais.

    Demanda crescente e diversidade de perfis

    Dados de maio de 2025 do Sistema de Registro Nacional Migratório (Sismigra) indicam que Santa Catarina possui 179.257 migrantes registrados. Nesse contexto, os números do Rodamundo ajudam a dimensionar a procura pelo curso neste semestre.


    Foram abertas 160 vagas, distribuídas em quatro turmas, e o curso recebeu 208 inscrições. A maior parte das pessoas interessadas buscava o nível básico, com 132 inscrições, enquanto o nível intermediário registrou 76. Até o momento, 108 matrículas foram efetivadas.

    As inscrições contemplaram participantes de 18 nacionalidades, com maior presença de pessoas vindas da Venezuela, do Haiti e de Cuba. Esse conjunto de dados evidencia a diversidade linguística e cultural presente nas turmas e reforça a relevância de iniciativas voltadas ao ensino de português em contextos de mobilidade.

    Continuidade e organização das turmas

    A equipe do Rodamundo segue acompanhando a organização das turmas ao longo das primeiras semanas, com possibilidade de ajustes e novas chamadas. Pessoas inscritas que não foram convocadas devem acompanhar os e-mails informados até o dia 17 de abril, prazo em que pode ocorrer segunda chamada.

     


  • Formação docente em PLAc marca início do semestre 2026.1 do Rodamundo

    Nos dias 24 e 26 de março, o NEPLAc realizou a Formação de Professores para o Ensino de Português como Língua de Acolhimento (PLAc), atividade que inaugura as ações do projeto Rodamundo – Curso de Português para Migrantes e Refugiados no semestre 2026.1.

    A formação foi conduzida pela coordenadora do NEPLAc, a professora Joice Eloi Guimarães e pela professora voluntária Milena Leão, reunindo tanto professores que já atuaram no projeto quanto os novos integrantes.

    Durante a formação, foram propostas reflexões sobre a relação entre língua e cultura, os sentidos do Português como Língua de Acolhimento (PLAc) e as práticas de ensino voltadas a migrantes e refugiados. A discussão se organizou a partir de uma perspectiva crítica de acolhimento, entendida como prática que atravessa o ensino e orienta as decisões pedagógicas no contexto do projeto.

    Também foram trabalhadas questões relativas aos materiais didáticos, às estratégias de ensino e à avaliação, sempre considerando as especificidades do PLAc. Nesse sentido, a formação destacou o caráter multilíngue, multinível e intercultural das turmas do Rodamundo, não como um desafio a ser contornado, mas como condição constitutiva das práticas de ensino.

    O objetivo das aulas no Rodamundo é desenvolver e expandir o conhecimento de português dos estudantes por meio do uso da língua em práticas significativas, em diálogo com suas experiências, repertórios e contextos de vida.

    No semestre 2026.1, o projeto contará com quatro turmas, com aulas às terças e quintas-feiras, das 19h às 21h, na Universidade Federal de Santa Catarina. Serão ofertadas turmas de nível básico e intermediário, organizadas em formato multinível, reunindo estudantes com diferentes níveis de proficiência, provenientes de distintas nacionalidades e contextos linguístico-culturais.

    A docência será compartilhada entre equipes de três a quatro professores por turma, fortalecendo o trabalho coletivo e a construção conjunta das práticas pedagógicas. As aulas terão início nos dias 7 e 9 de abril e seguem até julho.

    O NEPLAc agradece a presença dos(as) professores(as) voluntários(as) que ingressam no projeto neste semestre, bem como daqueles(as) que permanecem no Rodamundo, contribuindo para a continuidade e o fortalecimento das ações do núcleo.


  • NEPLAc divulga resultado da seleção de professores(as) voluntários(as) para o Rodamundo em 2026.1

    O Núcleo de Estudos de Português como Língua de Acolhimento (NEPLAc) divulga o resultado do processo seletivo de professores(as) voluntários(as) que atuarão no Projeto Rodamundo – Curso de Português para Migrantes e Refugiados ao longo do primeiro semestre de 2026.

    A seleção faz parte das ações de extensão desenvolvidas pelo núcleo, que tem atuado no ensino de português com abordagem PLAc – Português como Língua de Acolhimento voltado ao público de migrantes e refugiados. 

    A lista oficial com o resultado do processo seletivo pode ser consultada no link abaixo:
    https://neplac.paginas.ufsc.br/editais/edital-professora-voluntarioa-2026-1/ 

    Os(as) candidatos(as) selecionados(as) devem acompanhar seus e-mails, por onde serão enviadas as orientações para a inscrição na Formação de Professores. A atividade ocorrerá nos dias 24 e 26 de março e é obrigatória para todos(as) os(as) selecionados(as) que atuarão no projeto durante o semestre. Os(as) participantes da formação receberão certificado.

    O NEPLAc parabeniza os(as) selecionados(as) e agradece a todos(as) os(as) candidatos(as) que participaram do processo seletivo. A participação dos(as) inscritos(as) reforça a importância das ações extensionistas voltadas ao ensino de português para migrantes e refugiados, bem como o compromisso da comunidade acadêmica com iniciativas de acolhimento e formação.